A Crítica - http://acritica.uol.com.br
11 de Ago de 2011
O Complexo do Programa Águas para Manaus (Proama), começou nessa quinta-feira (11) a última fase de testes, segundo o Governo do Estado do Amazonas. A avaliação, nesta etapa com água, será feita gradualmente e vai começar pela estação de captação, seguida da estação de tratamento e, depois, dos cinco reservatórios, com o objetivo de verificar o funcionamento do bombeamento, das tubulações e dos reservatórios.
Segundo a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinf), essas avaliações são o início da liberação do complexo para funcionamento.
"Nós estamos trabalhando para que o complexo seja entregue o quanto antes, uma vez que a estrutura física está pronta e os equipamentos instalados, faltando somente completar esta última fase, que é a de testes. Por outro lado, estes testes precisam ser realizados com o máximo de cautela, tendo em vista que eles podem identificar eventuais problemas na tubulação, como vazamentos por exemplo, o que pode demandar um tempo a mais para que os mesmos possam ser corrigidos", disse a secretária da Seinf, Waldívia Alencar.
De acordo com a Seinf, após verificar a estrutura e de fazer eventuais ajustes, o complexo vai passar por uma limpeza para receber água bruta e iniciar o tratamento e deve demorar cerca de um mês para atingir o padrão solicitado pelo Ministério da Saúde.
O Governo do Estado vai beneficiar cerca de 500 mil pessoas em bairros das zonas Norte e Leste de Manaus, que não são atendidas com água encanada, com o complexo do Proama. No entorno 18 comunidades vão ser atendidas.
O governador, Omar Aziz, informa que o Proama é a solução definitiva para a falta de água em Manaus, com um correto planejamento de produção e distribuição. A nova estação vai produzir cerca de 2,5 metros cúbicos de água por segundo. Somando com os aproximadamente 7 m³/s produzidos pela Águas do Amazonas, além de 1,5 m³/s do Mauazinho e 1,5 m³/s dos sistemas isolados, poços artesianos, a produção deve ultrapassar a demanda da cidade.
O sistema de captação, tratamento e distribuição de água recebeu um investimento de aproximadamente R$ 353 milhões, dos quais R$ 233 milhões foram financiados pela Caixa Econômica Federal e R$ 120 milhões do Governo do Estado.
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