VOLTAR

Ciclistas protestam no Dia Mundial sem Carro

MMA - http://www.mma.gov.br
Autor: Paulenir Constâncio
22 de Set de 2011

Nem a falta de estrutura na Esplanada dos Ministérios para os que preferem a bicicleta como meio de transporte impediu a participação dos servidores ciclistas no Dia Mundial sem Carro. A iniciativa teve o apoio do Ministério do Meio Ambiente. O grupo, que se reuniu na Biblioteca Nacional, antes de chegar ao trabalho, aproveitou para retomar duas velhas reivindicações: a construção de bicicletários seguros e de vestiários nos ministérios.

Às 8 horas da manhã a temperatura já estava elevada e a umidade do ar baixa, clima típico desta época do ano, em Brasília, o que não favorece a prática. Mesmo assim, o número de servidores que aderiu ao movimento mundial foi considerado bom. Muitos vieram de transporte público ou de carona.

Segundo o analista ambiental Cristhophe Balmant, que usa a bicicleta para se deslocar da 411 Norte ao Ministério diariamente, o Dia Mundial Sem Carro "é uma oportunidade de mostrar às pessoas que é possível não ser dependente do carro". Para ele, existe um mundo possível e real fora do carro.

Apesar das avenidas largas e planas, o respeito ao ciclista ainda deixa muito a desejar, explica. "A gente acaba tendo que se acostumar ao desrespeito e à falta de educação de alguns motoristas. Falta educação, conscientização e a punição daqueles que insistem em desrespeitar os ciclistas e as normas de trânsito", completa.

"Em Curitiba eu ia trabalhar de carro todo dia", lembra a analista ambiental Bianca Mattos, que trabalha na sede do MMA na 505 e mora no Lago Norte. Ela foi a primeira ciclista a chegar na sede da 505, mas para isso teve que se integrar ao grupo organizado pela ONG Rodas da Paz. "Não tem ciclovia de onde eu moro para o trabalho, senão eu viria todo dia", afirma ela, que aproveitou o dia. Bianca encontrou mais infraestrutura no prédio que na Esplanada.

http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=ascom.noticiaMMA&codigo=6996

As notícias aqui publicadas são pesquisadas diariamente em diferentes fontes e transcritas tal qual apresentadas em seu canal de origem. O Instituto Socioambiental não se responsabiliza pelas opiniões ou erros publicados nestes textos. Caso você encontre alguma inconsistência nas notícias, por favor, entre em contato diretamente com a fonte.