OESP, Vida, p. A26
20 de Dez de 2009
Brasileiros fazem acordo com dinamarqueses
Algumas das empresas e entidades de classe que participaram da Conferência do Clima em Copenhague estão voltando para casa com mais do que incontáveis cartões de visita. No meio de muita troca de contatos surgiram parcerias palpáveis de cooperação entre Brasil e Dinamarca, país sede da COP-15.
A Novozymes, multinacional dinamarquesa de biotecnologia, anunciou duas parcerias com companhias brasileiras. Uma delas foi com a petroquímica Braskem, para produção de polipropileno, resina utilizada para fabricação de embalagens de plástico, com base no açúcar. A Braskemjá detém tecnologia para fabricar polietileno, outro tipo de resina, a partir do etanol de cana-de-açúcar.
A outra parceria firmada pela Novozymes foi com a Cetrel, empresa de engenharia ambiental e tratamento de resíduos industriais de Camaçari, no sul da Bahia. Juntas, as empresas desenvolverão tecnologia para produzir biogás do bagaço de cana e o vinhoto, outro subproduto da fabricação de açúcar e álcool. Outra frente tecnológica, de longo prazo, prevê o desenvolvimento de etanol de celulose.
As entidades que representam a indústria também saíram satisfeitas. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo assinaram acordos com a Danish Industry (DI), que representa as indústrias dinamarquesas, nos setores de cogeração de energia, eficiência energética e indústria alimentícia. A.V.
OESP, 20/12/2009, Vida, p. A26
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