VOLTAR

Baía de Guanabara ganha novo prazo

OESP, Esportes, p. A19
04 de Ago de 2015

Baía de Guanabara ganha novo prazo

Danielle Villela / RIO

A um ano e dois dias do início da Olimpíada de 2016, o governo do Rio anunciou um novo plano de metas de recuperação da Baía de Guanabara com prazo até 2025, em cooperação com sete universidades e três centros de pesquisa do Estado. O convênio, assinado ontem pelo governador Luiz Fernando Pezão, prevê a realização de diagnósticos sobre as atuais condições ambientais e socioeconômicas da bacia hidrográfica e da Baía de Guanabara.
O objetivo é reunir dados coletados pelos pesquisadores sobre a Baía de Guanabara para que seja apresentado, até o fim de 2015, um plano de intervenções e obras de despoluição. As universidades também vão auditar os resultados e monitorar a qualidade das águas.
"Criou-se uma imagem de que a Baía está inapelavelmente condenada, que não há mais nada a fazer. Há muitos problemas, mas ainda há vida na Baía de Guanabara", disse Rogério Valle, coordenador do Laboratório de Sistemas Avançados de Gestão da Produção (Sage) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). "Não há necessidade de buscar informação, tecnologia e conhecimento em outras latitudes", disse Valle.
Embora o pesquisador tenha estipulado a meta de despoluir a Baía até 2025, o governador Luiz Fernando Pezão evitou falar em números. "Não tem meta. Só vou saber quantos anos vão ser quando todos esses investimentos que estamos fazendo (forem concluídos), estamos hoje com quase R$ 3 bilhões na Baía de Guanabara", afirmou.
Alerta no COI. O presidente do Comitê Olímpico Internacional, Thomas Bach, disse ontem que a qualidade das águas da Baía de Guanabara, Lagoa Rodrigo de Freitas e praia de Copacabana será um dos temas de sua visita ao Rio, amanhã, na celebração da contagem regressiva de um ano para os Jogos.

OESP, 04/08/2015, Esportes, p. A19

http://esportes.estadao.com.br/noticias/geral,por-rio-2016--pezao-lanca…

As notícias aqui publicadas são pesquisadas diariamente em diferentes fontes e transcritas tal qual apresentadas em seu canal de origem. O Instituto Socioambiental não se responsabiliza pelas opiniões ou erros publicados nestes textos. Caso você encontre alguma inconsistência nas notícias, por favor, entre em contato diretamente com a fonte.