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Amazônia Legal: Projetos patrocinados geram renda e preservação de ecossistema

Petrobras- http://www.petrobras.com.br
19 de jun de 2014

Mais de 72 projetos que contam com nosso apoio, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, nos nove estados que compõem a Amazônia Legal, garantem a subsistência sustentável de índios das etnias Xerente, kaxinawá, Jaminawa, Suruí, Makurap, entre outras, além de preservar as tradições indígenas, e o bioma amazônico. Os povos indígenas são um dos públicos prioritários do programa, que destinará R$1,5 bilhão a projetos em todo o país até 2018. Ao todo, as ações promovidas pelos projetos beneficiaram cerca de 110 mil pessoas, promovendo geração de renda, atividades culturais, e de educação ambiental no Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso e Maranhão. Segundo dados da Fundação Nacional de Saúde (Funasa - 2005), 55,9% da população indígena brasileira está na região norte. Entre as iniciativas patrocinadas, são destaques:

Encauchados de Vegetais da Amazônia

A extração do látex e sua mistura com as fibras e corantes vegetais dá origem à tecnologia social conhecida como encauchados, material com o qual são produzidos artesanatos e objetos de decoração feitos com motivos indígenas e tinturas naturais. O artesanato é comercializado em feiras regionais e no exterior. A tecnologia, criada por povos indígenas, ribeirinhos e seringueiros em parceria com o pesquisador Francisco Samonek, gerou renda para mais de 1.500 pessoas em 17 municípios do Acre, Amazonas, Pará e Rondônia desde 2009.

Ktepo Xerente

O projeto qualificará cerca de 400 índios e índias de 58 aldeias Xerente, no município de Tocantínia, em Tocantis, em artesanato, economia popular, entre outras oficinas voltadas para o incentivo ao empreendedorismo. Também será construído um Centro Cultural de Apoio à Economia Xerente. Visando a sustentabilidade econômica dos artesãos, está prevista a elaboração de um Plano de Negócios para organizar o processo de produção e comercialização do artesanato produzido.

Gestão Indígena no Acre

O projeto, que incentiva o plantio de mudas e comercialização de castanha, buriti, entre outros produtos que garantem a segurança alimentar, realizou em abril deste ano viagem às aldeias Nova Cachoeira, Flor da Floresta, e aldeias próximas, para troca de experiências. Durante a visita, houve distribuição de sementes e mudas frutíferas, construção de viveiros, manejo agroflorestal, e reflexões sobre o plano de gestão das terras indígenas, com a participação de 34 agentes agroflorestais e diversas famílias kaxinawá. Ao todo, as ações do projeto protegem cerca de 322 mil hectares de floresta com ajuda de povos indígenas.

Pacto das Água

Na região amazônica do Mato Grosso, o manejo de produtos florestais como a castanha-do-Brasil e o látex, tem se revelado uma excelente estratégia na gestão ambiental e na geração de renda de povos de terras indígenas e extrativistas. A iniciativa pretende articular uma rede de parceiros e agências financiadoras para otimizar a comercialização das 160 a 300 toneladas de castanha e 25 toneladas de borracha produzidas anualmente, por povos de terras indígenas locais e seringueiros da Reserva Extrativista Guariba Roosevelt, em região que abrange 1,9 milhão de hectares.

Censo do IBGE realizado em 2010 registra população indígena de mais de 817 mil. O estudo relata 305 diferentes etnias e 274 línguas indígenas. Um total de 305.873 índios habita a região Norte do país.

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