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Autor: Anastacia Gubin
12 de Jun de 2013
Um estudo conduzido por Jim Randerson da Universidade da Califórnia e uma equipe com outras universidades, previu que a severidade da época de incêndios de 2013 será consideravelmente maior em muitas florestas amazônicas do hemisfério Sul. Embora o homem ainda seja o responsável pelo fogo, a falta de chuvas ajuda sua propagação.
As causas dos incêndios são, em sua maioria, o desejo de algumas pessoas em destruir as florestas nativas e colocar no lugar plantações agrícolas. O estudo prevê que a propagação do incêndio irá multiplicar-se rapidamente, resultando em perda de grandes extensões de verde em poucos minutos.
É possível prever três a seis meses antes da estação seca quando o clima na Amazônia será mais favorável para a propagação de incêndios ou será mais úmido por meio de monitoramento das temperaturas da superfície do mar no Pacífico tropical e Atlântico.
Para concluir isso, Randerson usou dados históricos de incêndios registrados pelo satélite Terra, da NASA, juntamente com os dados de temperatura da superfície do mar do NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration) dos Estados Unidos. Finalmente, fizeram um modelo da gravidade dos incêndios que produziam uma primeira previsão em 2012.
Randerson viu que quando a temperatura da superfície do mar no Pacífico Central e Atlântico Norte são mais frias do que o normal, resultam no aumento de chuvas em todo sul da Amazônia nos meses antes da época de incêndios.
Por outro lado, quando as águas superficiais são mais quentes no Oceano Pacífico, como foram nos anos de 1997 e 1998, o El Niño empurra as chuvas para o norte, deixando partes do sul e florestas da Amazônia oriental mais secas e mais propensas a incêndios.
Além disso, impedir que as pessoas continuem a realizar queimadas ilegais pode ajudar a acabar com este desmatamento e degradação.
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