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Agressão no Pará não vai atrapalhar discussão sobre Belo Monte, avalia Eletrobrás

Agência Brasil
Autor: Sabrina Craide
21 de mai de 2008

Foz do Iguaçu (PR) - A agressão a um engenheiro da Eletrobrás no município de Altamira (PA), ocorrida ontem (20), foi classificada de caso pontual pelo diretor de tecnologia da empresa, Ubirajara Rocha Meira. Segundo ele, o episódio não irá atrapalhar a discussão sobre a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA).

De acordo com o diretor, a Eletrobrás "lamenta veementemente" o ocorrido e está tomando todas as providencias para identificar e punir os culpados.

"A Eletrobrás espera que haja bom senso por parte de todos e que entendam que a empresa, mais que ninguém, está preocupada com o meio ambiente", disse Meira, que participa, em Foz do Iguaçu, do Fórum Global de Energias Renováveis.

O diretor brasileiro da Itaipu Binacional, Jorge Samek, minimizou o episódio. "Os excessos sempre são ruins, mas sempre ocorreram, não podemos achar que isso é o fim do mundo", avaliou. Para ele, as hidrelétricas são fundamentais para possibilitar o crescimento do país, mas devem ser construídas procurando respeitar o meio ambiente.

O engenheiro Paulo Fernando Rezende, coordenador dos estudos de Belo Monte, foi ferido ontem com um golpe de facão no braço por índios da etnia Caiapó, durante um evento em Altamira que discutia a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, um dos principais projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

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