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Claudio Tavares / ISA
Existem 1394 itens para o termo acima. Exibindo 50 itens por tela
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Pimenta Baniwa à venda no box do bioma Amazônia, inauguração do Projeto Cultural do Instituto Atá no Mercado Municipal de Pinheiros
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 3 visualizações -
Produtos à venda no box do bioma Mata Atlântica, inauguração do Projeto Cultural do Instituto Atá no Mercado Municipal de Pinheiros
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 1 visualizações -
Box do bioma Amazônia, inauguração do Projeto Cultural do Instituto Atá no Mercado Municipal de Pinheiros
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 2 visualizações -
Pimenta Jiquitaia Baniwa com o selo Origens Brasil. Cultivada e processada há milênios pelas mulheres do povo Baniwa, do Alto Rio Negro (AM)
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 1 visualizações -
Arte com arumã. Detalhe da amarração feita no cesto urutu, produzido pelos Baniwa
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 13 visualizações -
Arte com arumã. Detalhe da amarração feita no cesto urutu, produzido pelos Baniwa
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 3 visualizações -
Arte com arumã. Detalhe da amarração feita no cesto urutu, produzido pelos Baniwa
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 0 visualizações -
Pimenta Jiquitaia Baniwa com o selo Origens Brasil. Cultivada e processada há milênios pelas mulheres do povo Baniwa, do Alto Rio Negro (AM)
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 0 visualizações -
Cestaria de Arumã. Urutu oolóda. Os Baniwa fazem esse tipo de cesta em formatos grandes, sem desenhos marchetados, para reservar massa de mandioca (antes e depois de espremer no tipiti) e também para guardar farinha, beiju e roupa. Para comercializar…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 1 visualizações -
Cestaria de Arumã. Urutu oolóda. Os Baniwa fazem esse tipo de cesta em formatos grandes, sem desenhos marchetados, para reservar massa de mandioca (antes e depois de espremer no tipiti) e também para guardar farinha, beiju e roupa. Para comercializar…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 0 visualizações -
Cestaria de Arumã. Urutu oolóda. Os Baniwa fazem esse tipo de cesta em formatos grandes, sem desenhos marchetados, para reservar massa de mandioca (antes e depois de espremer no tipiti) e também para guardar farinha, beiju e roupa. Para comercializar…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 1 visualizações -
Cestaria de Arumã. Urutu oolóda. Os Baniwa fazem esse tipo de cesta em formatos grandes, sem desenhos marchetados, para reservar massa de mandioca (antes e depois de espremer no tipiti) e também para guardar farinha, beiju e roupa. Para comercializar…
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Cestaria de Arumã. Urutu oolóda. Os Baniwa fazem esse tipo de cesta em formatos grandes, sem desenhos marchetados, para reservar massa de mandioca (antes e depois de espremer no tipiti) e também para guardar farinha, beiju e roupa. Para comercializar…
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Cestaria de Arumã. Urutu oolóda. Os Baniwa fazem esse tipo de cesta em formatos grandes, sem desenhos marchetados, para reservar massa de mandioca (antes e depois de espremer no tipiti) e também para guardar farinha, beiju e roupa. Para comercializar…
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Cestaria de Arumã. Urutu oolóda. Os Baniwa fazem esse tipo de cesta em formatos grandes, sem desenhos marchetados, para reservar massa de mandioca (antes e depois de espremer no tipiti) e também para guardar farinha, beiju e roupa. Para comercializar…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 24 visualizações -
Cestaria de Arumã. Urutu oolóda. Os Baniwa fazem esse tipo de cesta em formatos grandes, sem desenhos marchetados, para reservar massa de mandioca (antes e depois de espremer no tipiti) e também para guardar farinha, beiju e roupa. Para comercializar…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 1 visualizações -
Cestaria de Arumã. Urutu oolóda. Os Baniwa fazem esse tipo de cesta em formatos grandes, sem desenhos marchetados, para reservar massa de mandioca (antes e depois de espremer no tipiti) e também para guardar farinha, beiju e roupa. Para comercializar…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 1 visualizações -
Cestaria de Arumã. Urutu oolóda. Os Baniwa fazem esse tipo de cesta em formatos grandes, sem desenhos marchetados, para reservar massa de mandioca (antes e depois de espremer no tipiti) e também para guardar farinha, beiju e roupa. Para comercializar…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 37 visualizações -
Cestaria de Arumã. Urutu oolóda. Os Baniwa fazem esse tipo de cesta em formatos grandes, sem desenhos marchetados, para reservar massa de mandioca (antes e depois de espremer no tipiti) e também para guardar farinha, beiju e roupa. Para comercializar…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 2 visualizações -
Cestaria de Arumã. Urutu oolóda. Os Baniwa fazem esse tipo de cesta em formatos grandes, sem desenhos marchetados, para reservar massa de mandioca (antes e depois de espremer no tipiti) e também para guardar farinha, beiju e roupa. Para comercializar…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 0 visualizações -
Cestaria com arumã. Estojos feitos Baniwa para guardar potes de Pimenta Jiquitaia Baniwa, cultivada e processada há milênios pelas mulheres da etnia, do Alto Rio Negro (AM)
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 2 visualizações -
Cestaria com arumã. Estojos feitos Baniwa para guardar potes de Pimenta Jiquitaia Baniwa, cultivada e processada há milênios pelas mulheres da etnia, do Alto Rio Negro (AM)
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 0 visualizações -
Cestaria com arumã. Estojos feitos Baniwa para guardar potes de Pimenta Jiquitaia Baniwa, cultivada e processada há milênios pelas mulheres da etnia, do Alto Rio Negro (AM)
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 0 visualizações -
Cestaria com arumã. Balaio waláya. Os waláya aparecem na mitologia e nos rituais de iniciação das meninas e meninos baniwa. Tradicionalmente, os meninos aprendem a fazer cestas deste tipo e ofertá-las às suas amigas rituais, ao término do…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 0 visualizações -
Cestaria com arumã. Balaio waláya. Os waláya aparecem na mitologia e nos rituais de iniciação das meninas e meninos baniwa. Tradicionalmente, os meninos aprendem a fazer cestas deste tipo e ofertá-las às suas amigas rituais, ao término do…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 18 visualizações -
Cestaria de arumã. Balaio waláya. Os waláya aparecem na mitologia e nos rituais de iniciação das meninas e meninos baniwa. Tradicionalmente, os meninos aprendem a fazer cestas deste tipo e ofertá-las às suas amigas rituais, ao término do…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 5 visualizações -
Cestaria de arumã. Balaio waláya. Os waláya aparecem na mitologia e nos rituais de iniciação das meninas e meninos baniwa. Tradicionalmente, os meninos aprendem a fazer cestas deste tipo e ofertá-las às suas amigas rituais, ao término do…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 0 visualizações -
Cestaria de arumã. Balaio waláya. Os waláya aparecem na mitologia e nos rituais de iniciação das meninas e meninos baniwa. Tradicionalmente, os meninos aprendem a fazer cestas deste tipo e ofertá-las às suas amigas rituais, ao término do…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 3 visualizações -
Cestaria de arumã. Balaio waláya. Os waláya aparecem na mitologia e nos rituais de iniciação das meninas e meninos baniwa. Tradicionalmente, os meninos aprendem a fazer cestas deste tipo e ofertá-las às suas amigas rituais, ao término do…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 0 visualizações -
Cestaria de arumã. Balaio waláya. Os waláya aparecem na mitologia e nos rituais de iniciação das meninas e meninos baniwa. Tradicionalmente, os meninos aprendem a fazer cestas deste tipo e ofertá-las às suas amigas rituais, ao término do…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 1 visualizações -
Cestaria de arumã. Balaio waláya. Os waláya aparecem na mitologia e nos rituais de iniciação das meninas e meninos baniwa. Tradicionalmente, os meninos aprendem a fazer cestas deste tipo e ofertá-las às suas amigas rituais, ao término do…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 8 visualizações -
Cestaria de arumã. Balaio waláya. Os waláya aparecem na mitologia e nos rituais de iniciação das meninas e meninos baniwa. Tradicionalmente, os meninos aprendem a fazer cestas deste tipo e ofertá-las às suas amigas rituais, ao término do…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 0 visualizações -
Cestaria de arumã. Balaio waláya. Os waláya aparecem na mitologia e nos rituais de iniciação das meninas e meninos baniwa. Tradicionalmente, os meninos aprendem a fazer cestas deste tipo e ofertá-las às suas amigas rituais, ao término do…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 0 visualizações -
Óleo de pequi à venda no box Amazônias, no evento "O tamanduá, o cogumelo e outras histórias da floresta", realizado pelo ISA e o Instituto ATÁ, com apoio da União Europeia. O evento, dedicado especialmente ao público infantil, teve por…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 12 visualizações -
Óleo de castanha-do-Pará e óleo de pequi à venda no box Amazônias, no evento "O tamanduá, o cogumelo e outras histórias da floresta", realizado pelo ISA e o Instituto ATÁ, com apoio da União Europeia. O evento, dedicado especialmente ao…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 1 visualizações -
Pimenta Baniwa e livro à venda no box Amazônias, no evento "O tamanduá, o cogumelo e outras histórias da floresta", realizado pelo ISA e o Instituto ATÁ, com apoio da União Europeia. O evento, dedicado especialmente ao público infantil, teve…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 0 visualizações -
Rapadura produzida pelo Quilombo Porto Velho (Vale do Ribeira, SP), para degustação no evento "O tamanduá, o cogumelo e outras histórias da floresta", realizado pelo ISA e o Instituto ATÁ, com apoio da União Europeia. O evento, dedicado especialmente…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 2 visualizações -
Da esquerda para direita: Fernando Gonçalves da Silva, David Felipe Monteiro Maciel, Jean Mikon Ramos de Lima, Esequiel Gonçalves de Ponte, Kaique Benedito da Silva Dantas e Jaime Maciel de Pontes, do Quilombo Cangume, na campanha "Tá na hora…
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 3 visualizações -
Sementes de arroz 4 meses branco, cultivado no Quilombo Porto Velho (Iporanga, SP) pelo agricultor Osvaldo dos Santos
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 8 visualizações -
Sementes de arroz 3 meses vermelho, cultivado no Quilombo Praia Grande (Iporanga, SP) pela agricultora Tereza Ribeiro
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 0 visualizações -
Sementes de arroz amarelão branco, colhidas em maio de 2015 e cultivadas no Quilombo André Lopes (Eldorado, SP) pelo agricultor Assis Pereira
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 1 visualizações -
Sementes de arroz amarelão branco, colhidas em maio de 2015 e cultivadas no Quilombo André Lopes (Eldorado, SP) pelo agricultor Assis Pereira
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 0 visualizações -
Sementes de arroz vermelho do norte, colhidas em 2015 e cultivadas no Quilombo Morro Seco (Iguape, SP) pelo agricultor Hermes Modesto Pereira
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 0 visualizações -
Sementes de arroz 4 meses e meio vira lomba, cultivadas no Quilombo Bombas (Iporanga, SP) pelo agricultor Antoninho Ursulino
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 1 visualizações -
Sementes de arroz 4 meses e meio vira lomba, cultivadas no Quilombo Bombas (Iporanga, SP) pelo agricultor Antoninho Ursulino
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 0 visualizações -
Sementes de arroz 4 meses e meio vira lomba, cultivadas no Quilombo Bombas (Iporanga, SP) pelo agricultor Antoninho Ursulino
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 1 visualizações -
Sementes de arroz vermelho 5 meses, cultivado no Quilombo Porto Velho (Iporanga, SP) pelo agricultor Osvaldo dos Santos
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 0 visualizações -
Sementes de arroz vermelho 5 meses, cultivado no Quilombo Porto Velho (Iporanga, SP) pelo agricultor Osvaldo dos Santos
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 2 visualizações -
Sementes de arroz 3 meses, cultivado em 2015 no Quilombo Nhungara (Iporanga, SP) pelo agricultor Marcos de Almeida
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 1 visualizações -
Sementes de arroz 3 meses vermelho, cultivado no Quilombo Praia Grande (Iporanga, SP) pela agricultora Maria José
Adicionado: 03 de Out de 2018 | 1 visualizações