Resultados com " rio negro" 6038 itens no acervo.
Povos Indígenas 9 fotos
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Bolsa Baré feita de tucum e semente de açaí, confeccionada pela artesã Elizangela da Silva Costa, moradora de São Gabriel-Mirim (TI Alto Rio Negro). Produto à venda na Wariró, Casa de Produtos Indígenas do Rio Negro, São Gabriel da Cachoeira…
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Jogadora Caroline Lizardo, da etnia Baré, treina sua habilidade na margem do Rio Negro
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Vaso Baré feito de piaçava por artesã da comunidade de Campinas do Rio Preto, Santa Isabel (TI Médio Rio Negro II). Produto à venda na Wariró, Casa de Produtos Indígenas do Rio Negro, São Gabriel da Cachoeira
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No dia 28 de outubro de 2018, dias antes do segundo turno das eleições presidenciais do ano, a Rede de Comunicadores Indígenas do Rio Negro e convidados se reuniram na Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn), em São Gabriel…
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Bolsa Baré feita de tucum e semente de açaí, confeccionada pela artesã Elizangela da Silva Costa, moradora de São Gabriel-Mirim (TI Alto Rio Negro). Produto à venda na Wariró, Casa de Produtos Indígenas do Rio Negro, São Gabriel da Cachoeira…
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Porta-jóias Baré (samburá) feito de fibra de tucum e semente de açaí, confeccionado pela artesã Araci Cordeiro Livino, moradora do distrito de Cuicui (TI Cue Cue Marabitanas). Na mitologia, os diroás e o avô dos diroás teceram esse cestinho…
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Esteiras (tupé) de arumã d'água, urucum, cinzas de forno e enzima de planta para melhor fixação da cor, confeccionadas pelo artesão Simplício de Braga, morador de Aruti (TI Médio Rio Negro I). Produtos à venda na Wariró, Casa de Produtos…
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Organização Indígena da Bacia do Içana (Oibi) inaugurou mais duas Casas da Pimenta: uma localizada na Escola Pamaáli, no Rio Içana, 300 km a noroeste do município de São Gabriel da Cachoeira, e outra na comunidade Yamado, na margem direita…
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Lote C01 da Pimenta Baniwa apresentado na abertura da Casa da Pimenta Takairo, na comunidade Canadá, próxima ao rio Ayari, Terra Indígena Alto Rio Negro (AM)
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Regionais 5 fotos
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Oficina de troca de experiências e conhecimentos sobre a cerâmica de Taracuá, promovida pela Associação de Mulheres Indígenas da Região de Taracuá (AMIRT), Terra Indígena Alto Rio Negro (AM)
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Peças produzidas durante I encontro de ceramistas da União das Mulheres Indígenas do Rio Ayari (UMIRA), realizado na comunidade São Joaquim do Ayari (TI Alto Rio Negro), em novembro de 2018
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Cerâmicas sendo queimadas. Oficina de troca de experiências e conhecimentos sobre a cerâmica de Taracuá, promovida pela Associação de Mulheres Indígenas da Região de Taracuá (AMIRT), Terra Indígena Alto Rio Negro (AM)
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Quinhapira sendo feita em uma panela de cerâmica. oficina de troca de experiências e conhecimentos sobre a cerâmica de Taracuá, promovida pela Associação de Mulheres Indígenas da Região de Taracuá (AMIRT), Terra Indígena Alto Rio Negro…
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Cerâmicas sendo queimadas. Oficina de troca de experiências e conhecimentos sobre a cerâmica de Taracuá, promovida pela Associação de Mulheres Indígenas da Região de Taracuá (AMIRT), Terra Indígena Alto Rio Negro (AM)
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Agricultura 1 foto
Flora 3 fotos
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À frente, dona Ilda Fontes da Silva, e atrás, Nazária Mandú Lopes no caminho de volta da roça de pimenta, próxima à comunidade Canadá, no rio Ayari, Terra Indígena Alto Rio Negro (AM)
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Açaí trazido do Pará. É comestível e cultivado na comunidade
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Abacaxi liso plantado na roça da capoeira. Com ele pode-se fazer um tipo de caxirí que se chama guarapu. Também é consumido por animais
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