Resultados com "mata atlantica" 12580 itens no acervo.
Paisagem 6 fotos
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Parque Nacional da Tijuca, Rio de Janeiro. Ao fundo é possível notar a estátua do Cristo Redentor
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Rio Ribeira de Iguape, comunidade quilombola de Ivaporunduva, Eldorado, Vale do Ribeira, São Paulo.
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Paisagem nos arredores do Quilombo Pedro Cubas de Cima, Eldorado, São Paulo
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Rio Ribeira de Iguape, no município de Registro (SP)
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Parna Serra dos Órgãos (RJ) - Criado em 1939 para proteger o bioma Mata Atlântica em uma encosta íngreme da Serra do Mar, o parque tem altitudes que variam de 200 a 2.263 metros. É um dos melhores locais do país para a prática de esportes…
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PARNA Aparados da Serra (SC/RS) - Formação de floresta ombrófila mista (floresta de araucárias) nas margens do Canion do Itainbezinho.
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Quilombolas 3 fotos
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Centro espírita do quilombo Cangume, Itaóca, Vale do Ribeira, SP
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Apresentação da dança Nhá Maruca pelo Quilombo Sapatu na 11ª Feira de Troca de Sementes e Mudas Tradicionais das Comunidades Quilombolas do Vale do Ribeira, Eldorado
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Quilombo Pedro Cubas, Eldorado, São Paulo
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Mineração 9 fotos
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Vaca ilhada na estrada que liga o Córrego do Feijão ao centro de Brumadinho. No dia 25 de janeiro, uma barragem de rejeitos minerais de ferro da empresa Vale rompeu, inundando com quase 13 milhões de metros cúbicos de lama tóxica o Córrego…
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Bombeiros trabalhando para localizar as vítimas do rompimento da barragem de rejeitos minerais de ferro, da empresa Vale, no distrito de Córrego do Feijão. Cerca de 13 milhões de metros cúbicos de lama tóxica foram liberados no Rio Paraopeba…
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Indígenas Pataxó Hã-hã-hãe, da aldeia Naõ Xohã, às margens do rio Paraopeba após o rompimento da barragem de rejeitos minerais de ferro, da empresa Vale, no distrito de Córrego do Feijão, cidade de Brumadinho. Cerca de 13 milhões de…
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Háyó Hã-hã-hãe, cacique da aldeia Pataxó Hã-hã-hãe Naô Xohã, observa o rio Paraopeba com lama tóxica, após o rompimento da barragem de rejeitos minerais de ferro, da empresa Vale, no distrito de Córrego do Feijão, cidade de Brumadinho…
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Área atingida pelo rompimento da barragem de rejeitos minerais de ferro, da empresa Vale, no distrito de Córrego do Feijão. Cerca de 13 milhões de metros cúbicos de lama tóxica foram liberados no Rio Paraopeba. Brumadinho, Minas Gerais
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Indígenas Pataxó Hã-hã-hãe, da aldeia Naõ Xohã, às margens do rio Paraopeba após o rompimento da barragem de rejeitos minerais de ferro, da empresa Vale, no distrito de Córrego do Feijão, cidade de Brumadinho. Cerca de 13 milhões de…
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Indígenas Pataxó Hã-hã-hãe, da aldeia Naõ Xohã, às margens do rio Paraopeba após o rompimento da barragem de rejeitos minerais de ferro, da empresa Vale, no distrito de Córrego do Feijão, cidade de Brumadinho. Cerca de 13 milhões de…
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Área atingida pelo rompimento da barragem de rejeitos minerais de ferro, da empresa Vale, no distrito de Córrego do Feijão. Cerca de 13 milhões de metros cúbicos de lama tóxica foram liberados no Rio Paraopeba. Brumadinho, Minas Gerais
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Amostras de água, antes (à direita) e depois (à esquerda) da passagem da lama tóxica pelo rio Paraopeba. No dia 25 de janeiro, uma barragem de rejeitos minerais de ferro da empresa Vale rompeu, inundando com quase 13 milhões de metros cúbicos…
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